Foto que me faz lembrar do final de semana passado, tão agradável, tão perfeito... As coisas entre nós parecem tão certas que as vezes eu tenho medo de que eu acorde e seja apenas um sonho... Te quero do meu lado por muito tempo, e que sejamos um para o outro a mão que nos segura e o coração que nos entenda. Saudades imensas de matar tempo com você e poder conversar de coisas triviais, espero que sejamos sempre assim...domingo, 29 de novembro de 2009
Companhia
Foto que me faz lembrar do final de semana passado, tão agradável, tão perfeito... As coisas entre nós parecem tão certas que as vezes eu tenho medo de que eu acorde e seja apenas um sonho... Te quero do meu lado por muito tempo, e que sejamos um para o outro a mão que nos segura e o coração que nos entenda. Saudades imensas de matar tempo com você e poder conversar de coisas triviais, espero que sejamos sempre assim...sábado, 28 de novembro de 2009
Jean Pacher, pequeno grande amigo nerd
O Jean é a pessoa com quem eu mais eu briguei na minha vida, detalhe pro fato de que a gente sempre foi amigo. Já tivemos briga de tapa, de xingamento, de mágoas, mas a gente nunca ficava bravo por mais de uma semana, um dos dois sempre vinha pra pedir desculpas e falar que pisou na bola...
Lembro como se fosse hoje dos escândalos na rua que faziam ele ficar vermelho de vergonha;
Das conversas na escadaria da Mattos;
Dos meus incansáveis pedidos de "pai me dá uma bala ou eu vou chorar";
Da vez memorável que eu caí num buraco na frente do Ferreira Neto, que a Gi se matava tentando me ajudar e o Zulu e Jean só riam da minha cara de besta;
Das vezes que a gente jogou ping-pong juntos;
Das decorações de natal do shopping que ele derrubou e a gente tomou um mijão do guardinha;
Das conversas sobre anime e computadores;
São tantas coisas que eu me lembro que meu peito até aperta ao lembrar desse AMIGÃO que tantas vezes me segurou pra eu não entrar em desespero, que nunca tinha bons conselhos pra me dar, mas que salvou a minha vida com essa falta...
Um amigo que me carregava nas costas e falava que meu gato era massa, que comia bolinho de chuva e torrada com margarina na minha casa, que fazia pipoca rebolando de um jeitinho ímpar, que falava de coisas estranhas comigo por horas a fio...
Que me fazia rir toda a vez que ficava rindo das suas próprias piadinhas, que me esmagava no seu abraço de gigante, e nunca tinha balinhas pra me dar, parceirão de truco, parceirão de matar aula, de quem eu ouvi tantas vezes que beber não era legal e tomava chá enquanto a galera tava tomando vinho no Bistek, que ria da Luma bêbada caída no chão enquanto eu tentava recolher ela daquela situação deplorável...
O salão da Luma lá no KC nunca mais seria o mesmo depois de nós...
Saudades imensas de me sentir pequenininha do seu lado...
Lembrando da quantidade de asneiras que fizemos juntos eu penso em como a nossa amizade é boa demais, poderia falar por horas a fio sobre você e como você faz essa criaturinha que aqui escreve feliz com as suas piadinhas e seus papos de robótica...
Sempre que você precisar da filhote eu estarei aqui...
Um abração com direito a rodopios e batidas das minhas pernas em pilares e momentos de imensas gargalhadas depois...
Da sua Cherrie, nem sempre equilibrada, nem sempre feliz, mas que daria um braço por você, um viva para o meu pequeno grande amigo do peito.
Beijão!
Lembro como se fosse hoje dos escândalos na rua que faziam ele ficar vermelho de vergonha;
Das conversas na escadaria da Mattos;
Dos meus incansáveis pedidos de "pai me dá uma bala ou eu vou chorar";
Da vez memorável que eu caí num buraco na frente do Ferreira Neto, que a Gi se matava tentando me ajudar e o Zulu e Jean só riam da minha cara de besta;
Das vezes que a gente jogou ping-pong juntos;
Das decorações de natal do shopping que ele derrubou e a gente tomou um mijão do guardinha;
Das conversas sobre anime e computadores;
São tantas coisas que eu me lembro que meu peito até aperta ao lembrar desse AMIGÃO que tantas vezes me segurou pra eu não entrar em desespero, que nunca tinha bons conselhos pra me dar, mas que salvou a minha vida com essa falta...
Um amigo que me carregava nas costas e falava que meu gato era massa, que comia bolinho de chuva e torrada com margarina na minha casa, que fazia pipoca rebolando de um jeitinho ímpar, que falava de coisas estranhas comigo por horas a fio...
Que me fazia rir toda a vez que ficava rindo das suas próprias piadinhas, que me esmagava no seu abraço de gigante, e nunca tinha balinhas pra me dar, parceirão de truco, parceirão de matar aula, de quem eu ouvi tantas vezes que beber não era legal e tomava chá enquanto a galera tava tomando vinho no Bistek, que ria da Luma bêbada caída no chão enquanto eu tentava recolher ela daquela situação deplorável...
O salão da Luma lá no KC nunca mais seria o mesmo depois de nós...
Saudades imensas de me sentir pequenininha do seu lado...
Lembrando da quantidade de asneiras que fizemos juntos eu penso em como a nossa amizade é boa demais, poderia falar por horas a fio sobre você e como você faz essa criaturinha que aqui escreve feliz com as suas piadinhas e seus papos de robótica...
Sempre que você precisar da filhote eu estarei aqui...
Um abração com direito a rodopios e batidas das minhas pernas em pilares e momentos de imensas gargalhadas depois...
Da sua Cherrie, nem sempre equilibrada, nem sempre feliz, mas que daria um braço por você, um viva para o meu pequeno grande amigo do peito.
Beijão!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Extra, extra! Mulher maluca troca suas lembranças por um saco de pirulitos!
Pois então, venho através deste declarar a morte da velha Dayse... Aquela Dayse que muito conheceram como uma garota problemática que tinha o dom de fazer as coisas do jeito errado... Seria sensato escrever um epitáfio, portanto aqui escreverei o meu, que com 19 anos 3 meses e 1 dia resolve definitivamente se tornar uma mulher brilhante que está vendendo as suas lembranças da outra vida por um saco de pirulitos, de preferência os de coração...
Aqui jaz eu mesma que já não sou mais
Aquela que até ontem se lamentava de suas recordações
Aquela que até ontem tinha medo de ser feliz
Aquela que até ontem se privava de prazeres por medo de ser recriminada
Aquela que até ontem calculava todos os perigos antes de entrar em uma jogada
Aquela que até ontem não tinha coragem de dizer não
Aquela que até ontem não era aquela que é hoje
Descanse em paz para que a outra possa ficar tranquila
Eu sei que tudo isso é ridículo, mas precisava ter dado um fim nas minhas pulsões de morte e aprender a viver plenamente. Hoje todas as minhas memórias não me parecem mais assustadoras, são memórias de alguém que não sou mais, lembranças que não quero mais de uma pessoa que não sou mais.
Hoje me declaro mulher, uma mulher que eu sempre desejei ser quando crescer... Ainda mantenho a menina dentro de mim, para alegrar meus dias, para me fazer rir enquanto brinco. Aquela menina que muda de voz quando imita alguém, que dá risada quando não pode, mas ao mesmo tempo uma grande mulher, adulta e feliz por ter se tornado livre, que olha nos olhos e que sabe a hora de largar os betes, mas ao mesmo tempo aquela que vai lutar com unhas e dentes por aquilo que acredita.
Hoje me declaro a mulher que todos acharam que nunca surgiria, estou me sentindo orgulhosa por ter quebrado as crenças de muitas pessoas e provado que eu sou melhor do que muita gente imagina.
Me declaro que já não sou a mesma de ontem.
É isso aí.
Pois então, venho através deste declarar a morte da velha Dayse... Aquela Dayse que muito conheceram como uma garota problemática que tinha o dom de fazer as coisas do jeito errado... Seria sensato escrever um epitáfio, portanto aqui escreverei o meu, que com 19 anos 3 meses e 1 dia resolve definitivamente se tornar uma mulher brilhante que está vendendo as suas lembranças da outra vida por um saco de pirulitos, de preferência os de coração...
Aqui jaz eu mesma que já não sou mais
Aquela que até ontem se lamentava de suas recordações
Aquela que até ontem tinha medo de ser feliz
Aquela que até ontem se privava de prazeres por medo de ser recriminada
Aquela que até ontem calculava todos os perigos antes de entrar em uma jogada
Aquela que até ontem não tinha coragem de dizer não
Aquela que até ontem não era aquela que é hoje
Descanse em paz para que a outra possa ficar tranquila
Eu sei que tudo isso é ridículo, mas precisava ter dado um fim nas minhas pulsões de morte e aprender a viver plenamente. Hoje todas as minhas memórias não me parecem mais assustadoras, são memórias de alguém que não sou mais, lembranças que não quero mais de uma pessoa que não sou mais.
Hoje me declaro mulher, uma mulher que eu sempre desejei ser quando crescer... Ainda mantenho a menina dentro de mim, para alegrar meus dias, para me fazer rir enquanto brinco. Aquela menina que muda de voz quando imita alguém, que dá risada quando não pode, mas ao mesmo tempo uma grande mulher, adulta e feliz por ter se tornado livre, que olha nos olhos e que sabe a hora de largar os betes, mas ao mesmo tempo aquela que vai lutar com unhas e dentes por aquilo que acredita.
Hoje me declaro a mulher que todos acharam que nunca surgiria, estou me sentindo orgulhosa por ter quebrado as crenças de muitas pessoas e provado que eu sou melhor do que muita gente imagina.
Me declaro que já não sou a mesma de ontem.
É isso aí.
domingo, 15 de novembro de 2009
Armário de bagunças
É estranho se dar conta de que muitas vezes não conseguimos tirar as nossas máscaras nem para as pessoas que amamos. Como guardamos as coisas que sentimos lá no fundo do nosso ser e temos uma dificuldade enorme para tirá-las de lá.
Me sinto como um armário de bagunças fechado a muito tempo, qualquer pessoa que tentar abrir vai ser soterrado por tudo que há lá dentro. As vezes eu tenho vontade de arrumar a minha vida, jogar fora as coisas ruins, organizar por ordem de importância as coisas boas e deixar uma caixa no chão com a etiqueta "arrumar um lugar para isso" caso eu não saiba onde colocar as coisas.
Hoje tentei abrir mais um pouco da porta desse armário e mostrar um pouco daquilo que sou, estava tirando de lá as lembranças felizes da minha vida, consegui tirar algo aqui e algo ali, mas de repente uma força que não é minha fechou essa porta e disse que não era pra mexer com o que tava quieto. Tentei esmurrar a porta, puxar o trinco com todas as minhas forças para que ela se abrisse, mas não consegui mais, minha vontade foi sentar e chorar, afinal eu estava presa para fora da minha própria vida.
Quero tanto mostrar aquilo que eu sou de verdade, mostrar as coisas que existem dentro de mim, mas algo me impede o tempo todo. Acho que minhas máscaras criaram vida e não querem mais permitir que eu tenha a minha. Não pensem que eu estou reclamando da minha vida, no geral sou alguém feliz e bem resolvida. Mas eu tenho curiosidade de saber o que existe por baixo de todas as eus que mostro.
As vezes eu me olho no espelho e vejo que no fundo dos meus olhos há alguém querendo sair, mas me sinto tão longe, vou tentando abrir as portas, pular janelas, aproveitar as frestas, mas os obstáculos da frente são sempre maiores que os já ultrapassados, tenho todas as forças para encará-los, mas não vejo a hora que isso tudo acabe e eu possa descobrir quem eu sou lá no fundo mais fundo da minha alma. Talvez eu me depare comigo mesma e veja que o que julgo serem máscaras sejam eu mesma, mas não posso viver de suposições, preciso de certezas, quero por um fim a essa dúvida que me assombra....
Não tenho mais muito para falar, mas precisava compartilhar isso com alguém que se interesse por ler as coisas que escrevo.
Me sinto como um armário de bagunças fechado a muito tempo, qualquer pessoa que tentar abrir vai ser soterrado por tudo que há lá dentro. As vezes eu tenho vontade de arrumar a minha vida, jogar fora as coisas ruins, organizar por ordem de importância as coisas boas e deixar uma caixa no chão com a etiqueta "arrumar um lugar para isso" caso eu não saiba onde colocar as coisas.
Hoje tentei abrir mais um pouco da porta desse armário e mostrar um pouco daquilo que sou, estava tirando de lá as lembranças felizes da minha vida, consegui tirar algo aqui e algo ali, mas de repente uma força que não é minha fechou essa porta e disse que não era pra mexer com o que tava quieto. Tentei esmurrar a porta, puxar o trinco com todas as minhas forças para que ela se abrisse, mas não consegui mais, minha vontade foi sentar e chorar, afinal eu estava presa para fora da minha própria vida.
Quero tanto mostrar aquilo que eu sou de verdade, mostrar as coisas que existem dentro de mim, mas algo me impede o tempo todo. Acho que minhas máscaras criaram vida e não querem mais permitir que eu tenha a minha. Não pensem que eu estou reclamando da minha vida, no geral sou alguém feliz e bem resolvida. Mas eu tenho curiosidade de saber o que existe por baixo de todas as eus que mostro.
As vezes eu me olho no espelho e vejo que no fundo dos meus olhos há alguém querendo sair, mas me sinto tão longe, vou tentando abrir as portas, pular janelas, aproveitar as frestas, mas os obstáculos da frente são sempre maiores que os já ultrapassados, tenho todas as forças para encará-los, mas não vejo a hora que isso tudo acabe e eu possa descobrir quem eu sou lá no fundo mais fundo da minha alma. Talvez eu me depare comigo mesma e veja que o que julgo serem máscaras sejam eu mesma, mas não posso viver de suposições, preciso de certezas, quero por um fim a essa dúvida que me assombra....
Não tenho mais muito para falar, mas precisava compartilhar isso com alguém que se interesse por ler as coisas que escrevo.
Vítor, uma mão para segurar

São 10:26 da manhã de domingo, hoje eu realmente deveria estar respondendo um questionário de 36 perguntas sobre gravidez para a aula de amanhã da professora Renate, mas não está fluindo, então resolvi vir finalmente postar no blog, porque eu vivo postergando e na hora que eu vejo ele já está desatualizado. Mas enfim, não foi pra falar disso que eu estou aqui sentada na minha cama, ainda de pijama, e com a cabeça agitada a mil...
Ontem, ou melhor hoje, fui dormir lá pelas 4:30 da manhã, motivo? Fiquei conversando com o Vitor sobre o peculiar relacionamento que temos. Tenho certeza que fazemos bem demais um para o outro e mesmo que estejamos separados por uma distância que chega a doer as vezes, passamos mais tempo felizes um ao "lado" do outro, que momentos infelizes. Juntos temos o dom do riso fácil, da conversa que flui, e de longos debates sobre o cotidiano, conversas tão bobas e que me fazem tão feliz.
Horas de telefone por dia, e-mails lindos na caixa de entrada, mensagens mandadas pelo celular só para alegrar o dia do outro, tão próximos, tão íntimos. Nutrimos cada a dia mais respeito e admiração um pelo outro. Óbvio que eu não poderia deixar de estar feliz com um sentimento tão sublime. Como é estranho me pegar escrevendo isso, justo eu que sempre fui meio desiludida e desinteressada por isso que as pessoas chamam de amor, apesar de eu ter um eu-lírico romântico, nunca acreditei que fosse possível viver algo assim tão intenso e tranquilo, oh céus, como estou feliz...
É tudo tão novo, me sinto uma criança explorando o mundo pela primeira vez, uma criança que descobre pela primeira vez o sabor de uma bala de iogurte, pra ter idéia do meu semblante de satisfação, todas as coisas que faço tenho vontade de compartilhar com ele, os meus sonhos mais grandiosos, como as minhas monumentais idéias de jerico. Eu sei que parece estranho, porque eu não consigo ser exatamente um poço de romantismo e delicadeza, eu juro que tento, mas nem sempre é tão simples assim....
Juntos descobrimos que romances mamão com açúcar, não são tão sem graça assim, todos os dias rimos dessas coisas, narramos o que vemos na rua, o que comemos no café da manhã, ou as coisas que vemos e nos deixam chateados. Compartilhamos muitas coisas juntos, pequenas ilusões lidas em um jornal, coisas achadas no meio de velharias, coisas tão cotidianas que me estranha o fato de ele ser a primeira pessoa com quem eu passo mais tempo conversando sobre aquilo que é considerado trivial.
Me sinto tão feliz por isso, a cada coisa que eu descubro dele eu fico mais feliz e mais apaixonada, ele é a mão que me segura e o coração que me entende. Ninguém entende como isso pode acontecer, mas eu sei que acontece entre nós, mesmo longe estamos sempre em sintonia, um pensa em falar com o outro e instantes depois o celular está tocando, um está se sentindo feliz e quando conversamos descobrimos que o outro estava feliz pelo mesmo motivo. Talvez seja tudo uma grande coincidência, mas nesse caso prefiro acreditar que coincidências não existem.
Eu sei que essa postagem é diferente do que eu costumo escrever, mas faziam dias que estava para postar algo sobre o Vítor, que está sendo tão fundamental na minha vida esses últimos tempos. Nossa história tem sabor de fruta madura, ao mesmo tempo que somos cúmplices, amigos, parceiros, existe aquele algo a mais que nos deixa morrendo de desejo de estar perto. É tão bom, mas tão bom, que quero que dure por muito tempo. Literalmente inexplicável. Te quero muito e te quero agora.
É isso aí...
Ontem, ou melhor hoje, fui dormir lá pelas 4:30 da manhã, motivo? Fiquei conversando com o Vitor sobre o peculiar relacionamento que temos. Tenho certeza que fazemos bem demais um para o outro e mesmo que estejamos separados por uma distância que chega a doer as vezes, passamos mais tempo felizes um ao "lado" do outro, que momentos infelizes. Juntos temos o dom do riso fácil, da conversa que flui, e de longos debates sobre o cotidiano, conversas tão bobas e que me fazem tão feliz.
Horas de telefone por dia, e-mails lindos na caixa de entrada, mensagens mandadas pelo celular só para alegrar o dia do outro, tão próximos, tão íntimos. Nutrimos cada a dia mais respeito e admiração um pelo outro. Óbvio que eu não poderia deixar de estar feliz com um sentimento tão sublime. Como é estranho me pegar escrevendo isso, justo eu que sempre fui meio desiludida e desinteressada por isso que as pessoas chamam de amor, apesar de eu ter um eu-lírico romântico, nunca acreditei que fosse possível viver algo assim tão intenso e tranquilo, oh céus, como estou feliz...
É tudo tão novo, me sinto uma criança explorando o mundo pela primeira vez, uma criança que descobre pela primeira vez o sabor de uma bala de iogurte, pra ter idéia do meu semblante de satisfação, todas as coisas que faço tenho vontade de compartilhar com ele, os meus sonhos mais grandiosos, como as minhas monumentais idéias de jerico. Eu sei que parece estranho, porque eu não consigo ser exatamente um poço de romantismo e delicadeza, eu juro que tento, mas nem sempre é tão simples assim....
Juntos descobrimos que romances mamão com açúcar, não são tão sem graça assim, todos os dias rimos dessas coisas, narramos o que vemos na rua, o que comemos no café da manhã, ou as coisas que vemos e nos deixam chateados. Compartilhamos muitas coisas juntos, pequenas ilusões lidas em um jornal, coisas achadas no meio de velharias, coisas tão cotidianas que me estranha o fato de ele ser a primeira pessoa com quem eu passo mais tempo conversando sobre aquilo que é considerado trivial.
Me sinto tão feliz por isso, a cada coisa que eu descubro dele eu fico mais feliz e mais apaixonada, ele é a mão que me segura e o coração que me entende. Ninguém entende como isso pode acontecer, mas eu sei que acontece entre nós, mesmo longe estamos sempre em sintonia, um pensa em falar com o outro e instantes depois o celular está tocando, um está se sentindo feliz e quando conversamos descobrimos que o outro estava feliz pelo mesmo motivo. Talvez seja tudo uma grande coincidência, mas nesse caso prefiro acreditar que coincidências não existem.
Eu sei que essa postagem é diferente do que eu costumo escrever, mas faziam dias que estava para postar algo sobre o Vítor, que está sendo tão fundamental na minha vida esses últimos tempos. Nossa história tem sabor de fruta madura, ao mesmo tempo que somos cúmplices, amigos, parceiros, existe aquele algo a mais que nos deixa morrendo de desejo de estar perto. É tão bom, mas tão bom, que quero que dure por muito tempo. Literalmente inexplicável. Te quero muito e te quero agora.
É isso aí...
Estava aqui dando bons conselhos a mim mesma...
Alice no País das Maravilhas
Alice no País das Maravilhas